A Importância Da Profissionalização Pra Expansão De Mer

07 May 2019 18:42
Tags

Back to list of posts

<h1>'Sou Travesti E N&atilde;o Me Prostituo', Diz Professora De Universidade P&uacute;blica De SP</h1>

<p>Pela quinta-feira (12), Herbe de Souza, 35, vai entrar pela porta da frente na principal faculdade do na&ccedil;&atilde;o, a USP, para doar uma palestra a respeito sua exist&ecirc;ncia. S&atilde;o diversas as li&ccedil;&otilde;es que a professora de institui&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica t&ecirc;m a explicar para os seus alunos do ensino fundamental 1, com idades entre 8 e nove anos, e bem como para adultos, na forma de travesti. Desde os 5 anos, a hoje funcion&aacute;ria da rede p&uacute;blica municipal de Caieiras, pela Amplo S&atilde;o Paulo, sofre bullying, agress&otilde;es e ass&eacute;dio na institui&ccedil;&atilde;o, nas ruas e no transporte p&uacute;blico em explica&ccedil;&atilde;o da tua sexualidade.</p>

<p>Superou todos os obst&aacute;culos para conseguiu se formar no ensino m&eacute;dio e alcan&ccedil;ar o superior a come&ccedil;ar por uma bolsa do Governo Federal. Hoje, suas batalhas s&atilde;o pra dissociar a imagem da travesti a da prostitui&ccedil;&atilde;o e pra que todos possam ter certo &agrave; educa&ccedil;&atilde;o. Leia a seguir o depoimento de Herbe &agrave; Folha.</p>

d4eeffd261034296a4dcffaa108dc033_treinamento.jpg

<p>Eu me chamo P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o E MBA - Saiba As Diferen&ccedil;as , em t&atilde;o alto grau podes ser 'a' ou 'o' Herbe. Sou um postagem indefinido. Meus alunos me chamam de 'a prof' ou 'o prof', tal faz, eu respondo. Eu sou travesti, n&atilde;o mulher trans. Elas t&ecirc;m algumas d&uacute;vidas, eu de imediato n&atilde;o almejo modificar nada em meu corpo humano, sexo ou nome.</p>

<ul>

<li>R$ 3,9 1000 (professor mestre)</li>

<li>seis Impedimento de Dilma Roussef</li>

<li>2011: Minas Gerais - Jana&iacute;na Barcelos (4&ordm;. Lugar)</li>

<li>oito Outras Informa&ccedil;&otilde;es 8.1 Sobre as Misses</li>

<li>cinco Treino assist&ecirc;ncia a amar de entender</li>

</ul>

<p>Entrei nessa profiss&atilde;o por sorte, n&atilde;o queria dar aula. Era o terror dos professores pela institui&ccedil;&atilde;o. No ensino m&eacute;dio, ingressei no magist&eacute;rio e adorei de ensinar. Terminando o curso, em 2002, comecei a doar aula. ], de cabelo enorme. Na turma, tinha alunos de dez a 15 anos, todos em recupera&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>Praticamente n&atilde;o dei aula. A sala era indisciplinada, n&atilde;o consegui trabalhar. Eles nem ao menos viram que eu estava l&aacute;. Para ceder aula em faculdade p&uacute;blica, prestei numerosos concursos. Em um deles, tive problema. No momento em que cheguei pra fazer atribui&ccedil;&atilde;o de cargo, estava bem loira e j&aacute; vi os olhares. Disseram que eu n&atilde;o estava dentro dos padr&otilde;es do edital. Eu tinha a forma&ccedil;&atilde;o pedida e fazia p&oacute;s em pedagogia, mas me barraram. Entendi o porqu&ecirc;. Podia ter entrado com um mandado de seguran&ccedil;a, entretanto preferi n&atilde;o. Em 2011, vim trabalhar em uma institui&ccedil;&atilde;o municipal de Caieiras. Nessa &eacute;poca, todos neste momento sabiam quem eu sou, visto que meu nome &eacute; &uacute;nico nesta regi&atilde;o: 'Herbe, a professora travesti'.</p>

<p>No primeiro ano, teve professora, do tipo bem religiosa, que n&atilde;o quis que eu a substitu&iacute;sse, com a desculpa que os pais n&atilde;o entenderiam. A Profissionaliza&ccedil;&atilde;o No Terceiro Setor colegas s&oacute; me olhavam, cochichavam. Com o tempo foi melhorando. N&atilde;o vou falar que foi descomplicado, nunca foi. Em 2005, fiz a prova do Enem e consegui uma bolsa do Prouni de 50% do valor da faculdade, onde me licenciei em geografia.</p>

<p>Como moro sozinha, a bolsa foi fundamental, em raz&atilde;o de a universidade seria uma conta a mais que eu n&atilde;o teria condi&ccedil;&otilde;es de pagar naquela &eacute;poca. A diretora da universidade onde eu trabalhava, pagou os outros 50% da primeira mensalidade. Durante a faculdade, dava muitas aulas, de manh&atilde; e &agrave; tarde, pra atingir me manter, pagar o &ocirc;nibus e a mensalidade.</p>

<p>Aos cinco anos, localizei que eu gostava de pirralhos. Pra mim, era normal adorar de ficar com eles. Nesta idade, tive meu primeiro namoradinho. A descoberta da minha sexualidade veio mesmo aos 8, quando entrei pela institui&ccedil;&atilde;o e conheci alguns beb&ecirc;s. Comecei a ficar com um e outro. A experi&ecirc;ncia sexual deles, pela inf&acirc;ncia, come&ccedil;ou comigo. Hoje, morrem de terror de que eu diga. Teve aquela fase de me chamarem 'viado' e 'bichinha', por&eacute;m s&oacute; fui localizar depois que era uma ofensa. Isso passava, no outro dia est&aacute;vamos brincando juntos. Eu morava com os meus pais e dois irm&atilde;os. Eles s&oacute; perceberam na fase da puberdade, dado que eu n&atilde;o tinha v&aacute;rios horm&ocirc;nios Como Entender Portugu&ecirc;s Pra Concursos P&uacute;blicos .</p>

<p>Eu cresci, a cintura afinou, o quadril aumentou e ganhei seios aos 11 anos. Come&ccedil;aram os olhares de homens mais velhos. Eu me vestia de moleton, que minha m&atilde;e comprava. Mas usava escondido os sapatos de salto grande dela e da minha irm&atilde;. Nas ruas, aos 15 anos, o bullying ficou mais agressivo. Jogavam pedra, batiam, davam tapa. Hugo Bonemer, De &quot;Malha&ccedil;&atilde;o&quot;: &quot;Gosto De Ser Afiliado A Pessoas Que Adoro&quot; n&atilde;o ia ao banheiro da institui&ccedil;&atilde;o, tinha medo de permanecer sozinho com os mo&ccedil;os. Para mim, o problema estava nos outros, o meu jeito era normal.</p>

Comments: 0

Add a New Comment

Unless otherwise stated, the content of this page is licensed under Creative Commons Attribution-ShareAlike 3.0 License